E o tal do Pinterest?

Todo o dia uma nova rede social é criada a fim de reunir os mais peculiares interesses e funcionalidades e é cada vez maior a atenção que as marcas têm dado a essas redes de nicho, devido à possibilidade de atingir um público específico. 

Nesse contexto, a novidade que tem atraído ultimamente as empresas é o Pinterest. Muito se tem falado sobre a rede e discutido formas de melhor atuar nela, mas percebe-se que no Brasil, a presença das marcas é ainda pouco explorada e de caráter experimental.

Já no exterior, o cenário é um pouco diferente e já pipocam vários cases de companhias que souberam utilizar a nova mídia a seu favor, garantindo uma cadeira cativa na galeria de marcas pioneiras presentes no Pinterest.
Abaixo a gente lista alguns exemplos de empresas que saíram na frente na corrida por lugar ao sol no Pinterest!

U Kotex - Woman’s Inspiration Day

A marca de produtos higiênicos femininos criou uma campanha que consistia em presentear 50 mulheres com o que as inspiravam. De acordo com o perfil de cada seguidora, a marca elaborou um kit e enviou a elas pelo correio. Como forma de agradecer, usuários passaram a dar repin no kit e a ação ultrapassou a rede do Pinterest, chegando a ser compartilhada também no Facebook e Twitter.



Land’s End: para ganhar, dê um “pin”

A marca de roupa desafiava as clientes a criarem boards com itens preferidos da loja. Explorando o apelo visual que o Pinterest proporciona, as boards mais criativas ganharam um voucher de $250 para gastarem em produtos.

Time Covers

A fim de acompanhar as opiniões de usuários sobre as publicações, a Time tem utilizado o Pinterest como uma vitrine, em que “pina” todas as suas capas.

por gabimellosilva

SMW/Shared @ AG2 Publicis Modem - Parte 3

Hoje fechamos nossa série de posts que resumem um pouco das discussões que tivemos no SMW/Shared na AG2. Boa leitura! :)


3. Como controlar a crítica dos clientes sobre as empresas em redes sociais?

Nesse ponto, o mais interessante do debate ficou por conta de abordagens inusitadas para esse assunto que é sempre tão batido em conversas sobre mídias sociais.

A primeira delas é que nem toda reclamação que repercute deve ser considerada uma crise. Enxergar uma reclamação/problema como oportunidade não é só uma frase de livros de auto-ajuda é também saber que sua marca pode estar passando por um processo de exposição que começa negativo mas traz resultados positivos: por exemplo, alguém reclama no Facebook, surgem vários comentários, sua empresa responde a todos e, de forma eficiente e justa, resolve o problema do consumidor. Certamente esse consumidor, bem como todos os demais que o apoiaram, ficarão satisfeitos, além de outros possíveis consumidores perceberem que a marca é eficiente em resolver eventuais problemas. Vamos combinar que todos nós, consumidores, sabemos que produtos e serviços são suscetíveis a problemas, o que nos importa, de fato, é que sejam resolvidos com agilidade e sem maiores danos.

A segunda abordagem interessante é a questão de SAC tradicional x SAC em mídias sociais. Foi criticada a conduta de algumas empresas que visivelmente dão preferência de atendimento às reclamações feitas através de canais sociais, “mal acostumando” os consumidores.

Sobre o assunto SAC e mídias sociais, é muito válido, também, dar uma olhada neste post do Daniel Sollero no Brainstorm 9.

That’s all! Até o próximo SMW. :)

por gabimellosilva

SMW/Shared @ AG2 Publicis Modem - Parte 2

Vamos falar de coisa boa?! Vamos falar de dinheiro (e privacidade)!

Nessa segunda postagem sobre as discussões que rolaram no SMW/Shared na AG2 Publicis Modem, vamos abordar mais dois questionamentos:

Não deveríamos nos preocupar com o fato de o Google e/ou o Facebook deterem tantas (todas) informações de grandes empresas e pessoas?

A resposta dada por Raquel Recuero para esse ponto foi enfática. Ela disse que deveríamos, sim, nos preocupar, e muito.

O Facebook cada vez mais está dificultando a criação de apps que precisem coletar dados dos usuários, inclusive pessoas que trabalham com desenvolvimento e estavam lá relataram problemas pelas constantes mudanças que a ferramenta está sofrendo.

Obviamente, a monetização desses dados por parte tanto de Google como de Facebook foi também citada, já que a grande massa de usuários não tem noção do que pode ser feito com suas informações e, principalmente, do quanto os gigantes da internet podem lucrar com elas.

Como se mede ROI em mídias sociais?

Não há quem invista e não queira saber qual o retorno que isso vai lhe trazer. Com grana colocada em mídias sociais não é diferente, precisamos sempre dizer o que o dinheiro trouxe.

No nosso debate, um ponto pareceu ser unânime entre os participantes: para medir retorno em mídias sociais precisamos entender o contexto, precisamos apurar com o maior detalhamento possível as variáveis que a campanha/ação envolve.

Um exemplo claro disso é a busca por likes e a aflição pelo seu crescimento, na rede social da moda, o Facebook. 1 milhão de likes é um bom número? A meu ver, e da galera que debateu conosco, a resposta é talvez. Se temos, dentro desse 1 milhão de pessoas, uma boa parcela que se engaja, interagindo e compartilhando o conteúdo postado, é, sim, um excelente número. Porém, se boa parte forem perfis fakes ou então pessoas que não se interessam pelo conteúdo gerado, portanto não vão interagir com ele, o número é só um número.

Portanto, minha gente, cuidado! Não podemos cair na ilusão dos números, precisamos sempre desconfiar e buscar o que tem por trás deles.

por gabimellosilva

SMW/Shared @ AG2 Publicis Modem - Parte 1

Com direito à sala lotada, Raquel Recuero e Luiz Yassuda numa conexão quase perfeita direto de NY, rolou o SMW/Shared na AG2, na sexta-feira passada, 17.

Luciana Bazanella, nossa diretora de Planejamento, abriu o evento.

Yassuda trouxe sua contribuição com as percepções sobre o SMW Nova York e nosso brunch ali no cantinho embaixo estava nota 10!

Raquel Recuero iniciou sua parceria conosco participando do SMW Shared.

Antes tarde do que nunca, vamos ao que interessa: um pouco do que discutimos sobre os tópicos que nós escolhemos para responder/questionar oriundos das perguntas do SMW do ano passado.

Vou colocar minhas percepções em uma série de posts durante a próxima semana. Aí vai o primeiro.

Existem, mesmo, os influenciadores?

Obviamente, eles existem, tanto nas redes sociais on line como nas off lines. O que foi falado, fora o que estamos acostumados a ouvir, é que a importância dessas pessoas precisa ser avaliada conforme o contexto com o qual estamos lidando.

Número de seguidores, visto de forma isolada, não é nem de longe uma métrica confiável para saber se uma pessoa é ou não um influenciador. E se os vários seguidores forem todos fakes, vale alguma coisa? O ponto aqui parece ser a questão da “audiência qualificada”, ou seja, o importante é quem são as pessoas aliado, é claro, ao número, mas nunca este sozinho.

Uma questão interessante que a Raquel Recuero citou, contrapondo muito a visão de influenciador ligada ao número de seguidores que uma pessoa tem, é a dos fãs de bandas e artistas. Ela falou do exemplo dos fãs do Restart, Luan Santana e outros que seguidamente conseguem colocar o nome da banda/cantor, dos integrantes e assuntos relacionados nos Trending Topics. A influência e relevância deles no contexto do Twitter não vem do número de seguidores que têm, mas sim da soma deles (muitas pessoas com poucos seguidores, mas muito engajadas).

Em tempo: o Yassuda trouxe opiniões muito legais em todos os tópicos que discutimos, mas uma fala dele que me chamou atenção foi quando questionamos em que nível estavam as discussões nova-iorquinas no SMW, se falavam coisas muito diferentes das que falamos aqui. Ele disse que na verdade os temas são, em grande parte, os mesmos, mas lá os questionamentos já são muito adiante, porque eles já passaram pelas etapas que estamos vivendo no uso e no trabalho com mídias sociais.

por gabimellosilva

Hora de me despedir de Nova Iorque. Última noite desta viagem de muita informação, muito frio (aí você pode me ver curtindo a neve) e alguma diversão. Há ainda muito a ser falado sobre SMW-NY, SP e MIT, o que farei durante o decorrer da semana.

Hora de me despedir de Nova Iorque. Última noite desta viagem de muita informação, muito frio (aí você pode me ver curtindo a neve) e alguma diversão. Há ainda muito a ser falado sobre SMW-NY, SP e MIT, o que farei durante o decorrer da semana.

Visitando o MIT Media Lab

Dentro dos prédios E14 e E15 do Massachusetts Institute of Technology, encontra-se um dos laboratórios de tecnologia mais respeitados de todo o mundo, o Media Lab.

O Media Lab é inteiramente voltado à inovação, pesquisando e desenvolvendo soluções em diversas áreas. Há áreas que pesquisam soluções pensando em interação com telas, aprendizado, tecnologias baratas e acessíveis, entre outras frentes de trabalho.

Tangible Media: basicamente o local que pesquisa a tangibilização de idéias de inovação

Poderia a tecnologia popularizar a opera?

Entre os diversos robôs e aparelhos com funcionamento estranho, meus guias Zoe e Nick mostraram-me um aparato feito em um fim de semana de atividades por lá: uma tábua de cozinha, daquelas onde se pica cebola, munida com uma placa IOIO, semelhante a uma Arduino, mas que conversa melhor com aparelhos Android. O que eles criaram sem muito trabalho foi um sistema de acesso a receita sem que o cozinheiro precisasse tocar a tablet: todos os comandos eram feitos pela tábua. Além disso, um sistema de iluminação na tábua mostrava uma quantidade aproximada que precisava ser picada ou triturada de cada ingrediente, facilitando saber o que significa 10oz, por exemplo, de qualquer coisa…

Além de ser um local que gera grande curiosidade de todos os entusiastas de tecnologia, o MIT Media Lab também conta com gentis colaboradores, que fizeram questão de me levar para almoçar num lugar que diria muito sobre a tradição culinária de Boston.

Lobster roll: isso mesmo, um sanduba de lagostas.

por luizyassuda

Neste último dia de SMW-NY, vou tentar resumir um pouco de tudo o que vi por aqui, enquanto a Gabi preparará um post bacana sobre o que eu, Raquel Recuero e time da AG2 discutimos ao vivo no SMW Shared.

E claro, também vou desfrutar desta cidade, que me tem de regresso e como fã incondicional!

Neste último dia de SMW-NY, vou tentar resumir um pouco de tudo o que vi por aqui, enquanto a Gabi preparará um post bacana sobre o que eu, Raquel Recuero e time da AG2 discutimos ao vivo no SMW Shared.

E claro, também vou desfrutar desta cidade, que me tem de regresso e como fã incondicional!

As discussões estão super legais! Depois, postaremos um resumo do que foi falado aqui e mais fotos. :)

As discussões estão super legais! Depois, postaremos um resumo do que foi falado aqui e mais fotos. :)

SMW/Shared @ AG2 Publicis Modem - HOJE

Como já é de praxe no SMW aqui no Brasil, o último dia de evento é aquele em que as agências abrem suas portas para compartilhar experiências e tudo mais que acharem interessante sobre Mídias Sociais.

Novamente neste ano a AG2 Publicis Modem faz parte do evento. Como o Yassuda já disse aqui, nosso projeto de participação no SMW começou com o intuito de questionar. Mas eis que chega a hora de responder viva!. E, para isso, nada melhor do que chamar toda a galere e alguém de responsa. Raquel Recuero é a nossa convidada.

O debate começa hoje às 10:30h, na sede da AG2, com Yassuda participando diretamente de Nova York e Raquel Recuero ao vivo e a cores.

VEM GENTE!

por gabimellosilva